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Advogado de Goiânia pede adiamento de audiência para ser atendido por garota de programa

Profissional usou como justificativa como parte do tratamento da “Covid Longa”

Advogado de Goiânia pede adiamento de audiência para ser atendido por garota de programa

Um advogado de Goiânia pediu adiamento de uma audiência para poder fazer sexo com uma garota de programa intitulada Paloma. O profissional usou como justificativa que trata de parte do tratamento da “Covid Longa”, sendo um dos efeitos prolongados do novo coronavírus.

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Além disso ela fala que a mulher é uma “extraordinária” profissional que só tinha agenda na data da sessão de instrução e julgamento. 

O advogado ressalta que a agenda de Paloma é “disputadíssima”, o que torna inviável o adiamento desse “tratamento terapêutico”. “Razão pela qual, torna-se indispensável o adiamento da audiência de instrução e julgamento designada para a data deste dia.”

“Apesar de ser óbvio que na cidade de Goiânia o que mais tem é mulher, não se caracterizando, portanto, ausência de condições para o tratamento médico exigido para o caso do ora Querelado, é certo que, para um prazer verdadeiro e condizente com o que se espera para a pronta e necessária recuperação deste Querelado, há de ser submetido aos cuidados personalíssimos da extraordinária Paloma, a fim de ser alcançado o resultado que se espera”, escreveu em trecho do pedido.

“É unânime que a classe médica do mundo inteiro e cientistas de outras áreas do conhecimento humano, recomendam a prática do prazer sexual com fator preponderante que contribui para com a saúde física e mental do ser humano”, continuou.

Ao fim, o advogado afirma que “pugna-se para o salutar e necessário adiamento da audiência de instrução e julgamento designada para a data de hoje, em razão da comprovada e justificada necessidade de ausência da parte Querelada. A parte Querelada, justificadamente, necessita de todo o dia de hoje (e se Deus ajudar para que ele não falhe, toda a noite) a fim de se dedicar à prática do coito, ou seja, o sexo – vulgarmente também conhecido como ‘trepada’ – para que seja possível dar a continuidade de seu tratamento terapêutico (físico e psíquico) que a sua atual condição de saúde (física e mental) exige.”.

Essa não é a primeira vez que o advogado entra numa polêmica, ele já ofendeu uma desembargadora.  O jurista chamou a mulher de jumento depois dela indeferir um pedido de habeas corpus da cliente dele, em Goiânia. 

Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego) repudiou o ocorrido e acionou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), estadual e federal. Na demanda, a Asmego pede a suspensão do direito de advocacia do advogado.