A nova temporada de A Fazenda estreou nesta segunda-feira (15), e, junto com os primeiros barracos, o diretor Rodrigo Carelli decidiu rebater uma das polêmicas que sempre ronda o reality rural da Record TV: a suposta interferência da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) no programa.
Em entrevista recente, Carelli negou qualquer influência religiosa na condução do reality. “Isso que as pessoas deduzem, que a igreja interfere no programa, não existe; é apenas uma opinião de quem assiste”, afirmou.
No ar desde 2009, A Fazenda acumula discussões entre fãs por conta de cortes de câmeras em brigas, beijos homoafetivos ou conversas mais ousadas. Para o diretor, essas decisões não têm relação com Edir Macedo, dono da emissora, mas sim com protocolos internos.
“Quando a briga está muito intensa, a gente corta para entender o que está acontecendo e tomar a melhor medida possível”, explicou.
Outro ponto que sempre gera comentários é o controle do consumo de bebidas alcoólicas durante as festas. Carelli garante que a medida não tem ligação com a IURD. “Nunca foi algo à vontade, nós sempre definimos a quantidade para evitar problemas maiores”, disse.
Sobre cenas picantes, o diretor minimizou os questionamentos e atribuiu parte das situações a fatores técnicos. “Muitas vezes, a câmera não está programada para ficar ali, naquele cômodo, e acaba que a cena é cortada”, justificou.
Na hora de montar o elenco, Carelli afirma que busca diversidade, mas que o principal critério é a personalidade dos participantes. “Tento levar essas questões em consideração, mas o peso maior é sempre no que essa pessoa pode entregar”, destacou.
Até Adriane Galisteu já entrou na discussão. Em tom descontraído, comentou que pediu ao diretor menos cortes desnecessários nesta temporada. “Já falei com Carelli: este ano não teremos corte para a vaca”, brincou a apresentadora.











































