A influenciadora digital Duda Freire se manifestou publicamente nesta sexta-feira (27) após a prisão de seu pai, Dyogo Hilario Tocafundo, em Goiânia (GO). Ele foi detido pela Polícia Militar na quinta-feira (26), em cumprimento a um mandado de prisão decorrente de condenação por tráfico de drogas.
Por meio dos Stories no Instagram, Duda afirmou que não convive com o pai há algum tempo por questões familiares e ressaltou que as atitudes dele não refletem seus valores pessoais ou profissionais.
“Lamento muito a situação envolvendo meu pai e, como filha, me solidarizo com o momento difícil que ele está vivendo. Ainda assim, preciso deixar claro que as decisões e atitudes dele são de responsabilidade exclusivamente dele e não representam quem eu sou, meus valores, minha história ou a forma como conduzo minha vida pessoal e profissional”, escreveu.
A influenciadora também declarou confiar na Justiça para o esclarecimento dos fatos. “É o caminho correto para apurar os fatos e esclarecer tudo dentro da lei”, afirmou. Ao final do posicionamento, pediu que cessem os “ataques e associações injustas” direcionados a ela e reforçou que seguirá focada em sua carreira.
Duda é amiga próxima da também influenciadora Virginia Fonseca e costuma aparecer com frequência ao lado da apresentadora em viagens e eventos. Atualmente, ela reúne quase três milhões de seguidores nas redes sociais e também atua como modelo.

Entenda o caso
Dyogo Hilario Tocafundo foi preso no Setor Marista, em Goiânia, devido a um mandado expedido após condenação por tráfico de drogas. O processo teve início em 2023, após prisão em abril daquele ano.
De acordo com documentos do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), policiais realizaram vigilância no restaurante do qual Dyogo é sócio, localizado no Setor Bueno, após denúncia. Conforme depoimentos anexados ao processo, os agentes observaram movimentações consideradas suspeitas.
Na ocasião da abordagem, ele foi detido com cerca de R$ 3,5 mil e uma porção de cocaína. Segundo relato policial, posteriormente foram encontradas mais substâncias ilícitas em sua residência.
Em 2023, Dyogo chegou a ser absolvido em primeira instância, sob o entendimento de que não havia elementos suficientes para comprovar o tráfico. No entanto, em 2025, o Ministério Público de Goiás recorreu da decisão. A nova análise considerou que o monitoramento ocorreu em situação suspeita e que não houve ilegalidade nas buscas realizadas no imóvel.
Com isso, ele foi condenado a 5 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado, além do pagamento de 583 dias-multa.
A reportagem tentou contato com a assessoria de Duda Freire e com a defesa de Dyogo Hilario Tocafundo, mas não obteve retorno até a última atualização. O espaço segue aberto para manifestações.









































