Tábata Poline, repórter do “Fantástico” (TV Globo), usou suas redes sociais para desabafar sobre um episódio de racismo que sofreu em uma loja de um shopping no Rio de Janeiro. Ela explicou que as funcionárias do estabelecimento se negaram a atendê-la ao lhe ver entrando no local.
“Logo eu, tão combativa, me vi exausta quando deveria me posicionar. Na My Place, do Shopping Rio Sul, cinco vendedoras me olharam dos pés à cabeça e decidiram não me atender”, escreveu ela no Twitter.
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O esposo da repórter ficou indignado com a situação e pensou em armar um barraco, mas foi contido por ela. “Meu marido quis brigar e eu não deixei (deveria). Só saí. Outras clientes chegaram. Às cinco foram até elas”, lamentou Tábata.
O shopping RIOSUL Shopping Center se manifestou por meio de nota enviada ao UOL e disse estar apurando os fatos para tomar as medidas cabíveis.
“O RIOSUL Shopping Center informa que tomou conhecimento através das redes sociais do lamentável episódio em uma de suas lojas e reforça que este tipo de conduta não condiz com os valores do estabelecimento. O shopping afirma ainda que está apurando os fatos narrados junto à loja para que todas as medidas cabíveis sejam tomadas”, diz o comunicado.
Loja se manifesta
Após a repercussão do desabafo, a loja entrou em contato com a jornalista por meio das redes sociais. Uma gerente responsável pela My Place pediu desculpas em nome da marca e lamentou o ocorrido. “Quero me comprometer com você e com todos, de olhar e cuidar pessoalmente, com pessoas capacitadas em seus lugares de fala, em desenvolver medidas que preparem nosso time para que cenas como essa não se repitam”, escreveu.
Tábata Poline retornou a mensagem, afirmando que na Zona Sul do Rio de Janeiro atitudes como a que ela presenciou na loja são corriqueiras.
“Manter esse tipo de postura fortalece um sistema que mata pessoas todos os dias. Mata literalmente colocando muitos em caixões. E também mata emocionalmente. Eu tenho um trabalho pautado pelos direitos humanos e não quero, em hipótese alguma, ganhar holofotes por causa da dor que o racismo me causa. Ao contrário, uso meu trabalho para conscientizar pessoas e denunciar”, respondeu a jornalista.
Poline ainda disse que espera que os colaboradores da loja sejam treinados e capacitados a entender a realidade do país em que vivem e trabalham.
















































