O empresário Henrique Chagas, que morreu após passar um procedimento de peeling de fenol, sofreu uma ‘parada cardiorrespiratória’ causada por um ‘edema pulmonar agudo’ ao inalar a substância, informou o Instituto Médico Legal em laudo da Polícia Técnico-Científica. A informação é da TV Globo e foi confirmada pelo Terra.
Chagas morreu no começo de junho passado, após passar pelo procedimento estético em uma clínica de São Paulo. Já o exame pericial ficou pronto nesta semana. O edema pulmonar agudo é uma condição de emergência médica caracterizada pelo acúmulo de líquido nos pulmões.
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De acordo com o exame necroscópico, foi constatada a ‘presença da substância química fenol na análise do fragmento de pele e tecido estuados em dose qualitativa’. O laudo apontou, também, que Chagas teve lesões internas na ‘boca, epiglote, laringe, traqueia e pulmões’. As alterações causaram ‘danos na função respiratória’.
Ainda segundo o documento, as feridas e cortes, causados pelo procedimento, no rosto de Henrique podem ter facilitado a absorção do produto.

















































