Nesta terça-feira (7), Luísa Sonza lançou o seu quarto álbum de estúdio, “Brutal Paraíso” . O álbum representa uma inflexão na trajetória de Luísa.
Após a estética refinada de Bossa Sempre Nova, a vulnerabilidade emocional de Escândalo Íntimo e o sucesso pop de Doce 22, o novo trabalho explora contradições, vícios, culpa, desejo e fragilidades sem suavização.
Sonoramente, o projeto se aproxima do rock e do pós-punk contemporâneo. A mudança também se conecta a movimentos recentes da artista nos palcos, indicando uma transição consistente de identidade musical.
O álbum conta ainda com colaborações internacionais, incluindo o produtor Roy Lenzo e o compositor argentino Vicente Jimenez (Vibarco).
Letra Brutal Paraíso – Luísa Sonza
Sangue, vida, corpo, mão
Uso essa desculpa pra me salvar dos meus atos desumanos
Eu me ajeito nos escombros
Eu cantos umas canções e tento inventar algo bom de vez em quando
Eu me esforço tanto
E sabe ultimamente tenho me lembrado
Do mundo, da aparência, os vizinhos do lado
Flores e palmeiras
Brigas corriqueiras
Mas apesar de alguns pesares
Como era bom meus pais sorrindo juntos na longa viagem
E se me dar saudade
E no primeiro amor chegou intensidade
Vai seguir nessa canção
É do meu coração, não vou fingir que não
Aos 15 beijei a primeira vez
E morri de paixão, se tudo era metade mesmo sendo inteira
Descobrir o prazer e a beleza
Deixar se machucar pela primeira vez
Tentar se desgrudar, mesmo sem saber o que é ir aonde está
Querendo se encaixar em algum lugar
Tentando acertar pela primeira vez
A quanto a intensidade, a gente prova na adolescência
Muito instinto e pouca consciência
Provando o mundo a primeira vez, mm
Eu escuto, ele bate na porta
Diferente das outras histórias
O tempo mais real é agora
E foi o segundo fim dos meus pra sempres
Eu me senti sozinha novamente
Você tava lá e eu tava tão carente
Lá foi eu tentar enfrentar tudo de frente









































