Morreu nesta segunda-feira (12), a atriz Camille K, considerada por muitos como um ícone LGBTQIA+. Ela tinha 78 anos. A informação foi confirmada pelo clube social gay Turma Ok através de uma publicação no Instagram. Camille passava por uma crise financeira desde a pandemia do Covid-19 quando parou de ser chamada para trabalhos de atuação. A causa da morte não foi divulgada.
“É com grande pesar que comunicamos o falecimento da estrela Camille K. Nossos sentimentos aos parentes e amigos! Camille K foi um ícone da comunidade LGBTQIAPN+ no cenário carioca e nacional. Uma grande estrela. Que ela continue brilhando em outra constelação junto das estrelas Rogéria, Jane de Castro, Marquesa, Brigitte de Búzios, Fujuca de Holliday e outras”, diz o grupo no Instagram.
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Em dezembro de 2023, alguns familiares e amigos da artista haviam se juntado para promover uma vaquinha para ajudá-la com a crise financeira causada pela pandemia de Covid-19. Camille se recuperava de uma queda em que fraturou o ombro.
Carreira de Camille K
Camille K se descobriu uma mulher trans nos anos 60, quando passou a usar o nome na vida pessoal e nos palcos. Além de atriz, ela também atuou como cabeleireira, inaugurando seu primeiro salão no Hotel Savoy, em Copacabana no Rio de Janeiro. Ali, ela conquistou a simpatia da sociedade carioca.
Na década de 70, Camille deu início à carreira no teatro cantando e atuando em peças como As Bonecas Também Podem, de Ciro Barcelos. Nos anos 90, a atriz foi chamada por Miguel Falabella para participar das peças O Coração do Brasil e A pequena Mártir de Cristo Rei .
Em 2004, Camille se juntou a um time de artistas icônicas no documentário Divinas Divas, sob a direção de Leandra Leal. A produção chegou aos cinemas somente em 2016 e falava sobre o pioneirismo das estrelas no teatro como parte da comunidade LGBTQIAP+.






















































