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Participante da segunda temporada do “Bake Off Brasil” é dopado, roubado e estuprado por garoto de aplicativo

Participante da segunda temporada do "Bake Off Brasil" é dopado, roubado e estuprado por garoto de aplicativo
Imagem: Bake Off Brasil

Na noite desta sexta-feira (23/10), o ex-participante do “Bake Off Brasil” (SBT), Murilo Marques, compartilhou em seu Twitter, um caso infeliz que aconteceu com ele na última quarta-feira (21/10).

O confeiteiro que vive em São Paulo, teve diversos cartões e seu celular roubados por um garoto que ele conheceu em um aplicativo de relacionamentos.

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Segundo Murilo, ele chegou a realizar sexo oral no rapaz (momento onde acredita-se que alguma droga foi ingerida sem consentimento), que logo em seguida, se levantou e anunciou ser um garoto de programa, dizendo que não faria nada de não houvesse um pagamento.

Após o ocorrido, o ex-bake off, começou a se sentir estranho, enquanto o garoto que ele havia chamado, continuava insistindo pelo pagamento. Segundo Murilo, ele chegou a dizer que aceitava cartões de crédito e débito como método de pagamento, obviamente, o confeiteiro se negou a pagar, e foi aí que as agressões começaram.

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Marques afirma que o rapaz o fez passar as senhas de seus cartões, chegando a deferir um soco em seu rosto. O garoto de programa também tentou o forçar à cheirar cocaína.

Nota do editor: A partir deste ponto, as coisas ficam um tanto quanto pesadas, se você for sensível, recomendamos que feche a matéria.

Após o rapaz notar que Murilo não tinha mais forças nem mesmo para cheirar a cocaína, ele o jogou de bruços na cama e o violou. O confeiteiro acredita que ele estuprou-o para droga-lo mais, pois depois disso, ele entrou em uma paranoia, perdendo quase toda a consciência.

O abusador deixou o apartamento levando os cartões e o celular de Murilo, porém, por sorte, ele havia deixado o Whatsapp Web logado em seu computador, o que permitiu-o mandar mensagens para seu namorado (ambos vivem um relacionamento aberto) e seu vizinho.

O confeiteiro ainda compartilhou o descaso dos policiais e do IML, quando se dirigiu para realizar o exame de corpo de delito.

“A delegacia é um ambiente nada acolhedor, eles me ouviram mas minha privacidade foi violada, tive que contar a história diante de vítimas de outros crimes, você está fragilizado, traumatizado, sujo e durante seu depoimento ouve piadinhas paralelas, é deprimente. Fui encaminhado para o IML para fazer exame sexológico, toxicológico e busca de DNA, já era 20:30 quando cheguei lá com o Renan, esperamos e a médica me chamou, me sentou na cadeira dela e disse que seu jantar tinha acabado de chegar, que era pra eu voltar para recepção e esperar mais um pouco. Depois desse “acolhimento” tão cheio de empatia voltei pra recepção morto por dentro. Fiz os exames, tirei a roupa, ela examinou meus órgãos sexuais, mais um pouco de humilhação, mas ok né, não é como se eu tivesse uma opção. Fui liberado e fui para casa do meu namorado.”

– Contou em seu Twitter

Segundo ele, o abusador deixou-o negativado, realizando compras no débito e TEDs (um tipo de transferência bancária) de valores altíssimos. Ele ainda afirmou que os procedimentos de contestação nos bancos como a Caixa Econômica Federal e Bradesco, demorarão entorno de dez dias até que uma resposta concreta seja dada.

Murilo segue atualizando seus seguidores em seu Twitter (@murilobakeoff2) sobre o caso.

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