A NASA está prestes a dar um passo histórico com a missão Artemis II, que levará astronautas novamente ao redor da Lua pela primeira vez desde o fim do programa Apollo, na década de 1970. A viagem deve durar cerca de 10 dias e faz parte de um plano maior para levar humanos de volta à superfície lunar nos próximos anos.
A tripulação é formada por quatro astronautas — três norte-americanos e um canadense — escolhidos por sua experiência e diversidade, marcando uma nova fase da exploração espacial.
Reid Wiseman (comandante)
O comandante da missão será Reid Wiseman, astronauta veterano da NASA e ex-aviador naval. Ele já participou de missões na Estação Espacial Internacional (ISS), onde passou cerca de 165 dias em órbita.
Wiseman liderará a equipe durante todo o voo, sendo responsável pelas decisões estratégicas e pela condução da missão.

Victor Glover (piloto)
O piloto será Victor Glover, aviador naval e engenheiro. Ele já participou de uma missão à ISS a bordo da cápsula Crew Dragon, permanecendo quase seis meses no espaço.
Glover fará história como o primeiro homem negro a participar de uma missão rumo à Lua.

Christina Koch (especialista de missão)
A engenheira Christina Koch será uma das especialistas de missão. Ela detém o recorde de maior permanência contínua de uma mulher no espaço, com 328 dias na ISS.
Koch também fará história ao se tornar a primeira mulher a viajar até a órbita lunar.

Jeremy Hansen (especialista de missão)
Representando a Agência Espacial Canadense, Jeremy Hansen será o quarto integrante da missão. Apesar de ainda não ter voado ao espaço, ele possui ampla experiência em treinamentos e operações técnicas.
Hansen será o primeiro não americano a viajar além da órbita terrestre rumo à Lua.

Para que serve a missão?
Mais do que apenas retornar à Lua, a missão Artemis II tem como principal objetivo testar, na prática, o funcionamento da nave Orion com astronautas a bordo em uma viagem ao espaço profundo. Antes de seguir em direção ao satélite natural, a espaçonave realizará órbitas ao redor da Terra para avaliar sistemas essenciais, como comunicação, navegação, suporte à vida e até operações com controle manual feitas pelos próprios tripulantes.
Após contornar a Lua, a Orion iniciará o trajeto de volta aproveitando a gravidade do sistema Terra-Lua. Ao final da missão, a cápsula deverá pousar no Oceano Pacífico, onde será resgatada pela Marinha dos Estados Unidos.










































