Uma nova adaptação cinematográfica de “Resident Evil” chegou aos cinemas com uma recepção expressiva da crítica especializada. Segundo os dados apresentados dos sites Metacritic e Rotten Tomatoes, o filme alcançou 96% de aprovação, resultado que o coloca, de acordo com o portal Bloody Disgusting, como a produção mais bem avaliada da franquia no gênero.
A obra não tem ligação direta com a série de seis filmes iniciada em 2002 e estrelada por Milla Jovovich. A nova produção aposta em uma história independente, com novos personagens e uma abordagem inspirada diretamente na experiência dos videogames.
Nova história acompanha cidade devastada
O protagonista é Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador de medicamentos que se depara com uma cidade completamente devastada durante uma entrega. No local, a população e os animais estão infectados, e o personagem precisa lutar pela própria sobrevivência em meio ao caos.
A trama mantém elementos reconhecidos pelos fãs, como a ambientação em Raccoon City, mas apresenta uma narrativa original, sem conexão com os acontecimentos dos filmes anteriores.
Diretor busca reproduzir experiência dos jogos
A direção é de Zach Cregger, cineasta que ganhou destaque com A Hora do Mal. Em entrevista à CNN Brasil, ele explicou que um dos principais objetivos da produção foi transportar para o cinema a sensação de jogar Resident Evil.
Para isso, o filme utiliza uma linguagem visual inspirada na perspectiva dos games. A câmera acompanha o personagem e altera seus ângulos conforme os zumbis se aproximam, criando uma atmosfera de tensão e imersão.
“Toda a estrutura principal dos jogos está ali. Mas acho que o que me faz jogar ‘Resident Evil’ não são necessariamente as cenas cinematográficas ou os personagens, e sim a própria jogabilidade. Então, eu queria fazer um filme que fosse realmente autêntico em relação à experiência de jogar. E foi isso que fizemos”, afirmou Cregger.












































