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O que significa Ludmilla no casting da Roc Nation?

Uma das estrelas da música nacional em maior ascensão nos últimos anos, Ludmilla de fato tem o dom de encantar anônimos e famosos. Recentemente a cantora ganhou as graças de Cardi B, simplesmente o maior nome do rap feminino atualmente no mercado americano, o mais importante do mundo. Sem mencionar que a própria Rihanna elogiou uma das músicas em que ela colabora, “MALOKERA”, do MC Lan.

Não bastasse, a brasileira mostrou sua força internacionalmente com uma turnê de casas cheias, pela Europa e na semana passada também nos Estados Unidos.

Com a era digital, a disseminação de um trabalho para outros países se tornou mais prático, mas nem tão mais fácil. Porém, é fato dizer que, desde a Copa do Mundo(2014) e Jogos Olímpicos (2016) realizadas no Brasil, o mundo voltou os olhos para a nossa cultura, antes conhecida principalmente pela Bossa Nova e Carnaval. Nomes como Anitta e Alok explodiram lá fora, o que ocasionou uma série de fatores que facilitaram a entrada dos nossos artistas por lá, principalmente em mercados latinos e europeus.

Para Ludmilla, entrar no casting de uma empresa que gerencia nomes como Rihanna, Mariah Carey e Shakira é como fincar dois pés no sucesso global. Apesar de não ser a única brasileira na lista de artistas da companhia, Claudia Leitte já está lá há algum tempo, a Roc Nation tem como papel principal a distribuição do conteúdo desses nomes em mercados estratégicos dentro do território americano, além de claro ser uma gravadora. A probabilidade de colaborar com muitos desses nomes, que antes era um sonho distante, agora se torna uma realidade e uma tendência quase inevitável.

Várias estrelas internacionais tem olhado para o Brasil, um país antes esquecido, e agora o mais novo xodó de nomes como Alesso, Maluma, Becky G e Cardi B, só pra citar alguns. O país se tornou uma rota obrigatória dos grandes espetáculos, pois se viu em terras tupiniquins a certeza de grandes bilheterias, não é Taylor Swift?

O funk se tornou uma tendência mundialmente, desde que Beyoncé dançou “Ah Lek Lek” no Rock in Rio 2013, o estilo se consagrou definitivamente no mainstream regional (América do Sul) e mais recentemente pelo “BumBum Tan Tan” do MC Fioti, que dominou paradas em países como Alemanha e Noruega. Ludmilla tem uma chance única de se tornar uma artista global sem precisar mudar seu estilo para pop ou reggaeton. Sendo funkeira raiz!

O despertar de Ludmilla lá fora, abre ainda mais portas para outros artistas do funk. Não por isso, o maior canal de música no YouTube é brasileiro e de funk: Konzdilla. A maior produtora do estilo no planeta, tem uma lista imensa de talentos que estão esperando essa porta abrir para explodir internacionalmente. Lud acaba de inserir a chave na fechadura, agora falta girar.

Torcemos que tudo dê certo!

Vem era internacional? Ludmilla se reúne com CEO da Roc Nation, gravadora de Jay-Z

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Conteúdo produzido pela equipe de jornalismo do Portal POP Mais, sob supervisão editorial.

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