Foi na Rua Treze de Maio, no Bixiga, que Rom Santana começou a transformar apresentações de rua em noites de festa. Nesta sexta-feira, 2 de outubro, ele volta ao Mundo Pensante para reencontrar os “felinos e felinas” que vêm fazendo de cada edição do Baile do Felino um sucesso de público.
A festa se consolidou no calendário cultural do Bixiga, bairro onde o cantor começou a conquistar o público. Conhecido como “O Felino”, “Príncipe do Bixiga” e, mais recentemente, “Rei do Centro de São Paulo”, o artista baiano mistura pagodão baiano, piseiro, brega, forró, arrocha e axé em um baile feito para dançar. Nesta edição, o show terá participações das cantoras Julia Arantes e Laura Peartree. A discotecagem fica por conta dos DJs Thiago Torres e VPG.
“O Baile do Felino nasceu dessa troca com as pessoas que me acompanham desde a rua. Ver a festa crescer e continuar acontecendo no Bixiga, com todo mundo cantando e dançando junto, é muito especial para mim”, conta o cantor.
Enquanto prepara seu primeiro álbum de músicas inéditas e autorais, produzido por Iuri Rio Branco, Rom também planeja os próximos passos do baile. O projeto completou um ano e terá uma edição comemorativa em breve, antecipando o pré-carnaval. O artista também pretende voltar a puxar um trio elétrico pelas ruas do Bixiga, como fez em 2026.
Serviço
Baile do Felino, com Rom Santana
Participações: Julia Arantes e Laura Peartree
DJs: Thiago Torres e VPG
Quando: sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Onde: Mundo Pensante, Bixiga, São Paulo
Ingressos: shotgun.live/pt-br/events/2-10-baile-felino
História
Rom Santana tem 32 anos e nasceu em Iramaia, cidade localizada na região da Chapada Diamantina, na Bahia. Filho caçula em uma família com mais dois irmãos, se mudou para São Paulo em 2011, aos 16 anos, para trabalhar como pizzaiolo.
Depois que sua moto foi furtada, resolveu se dedicar à sua grande paixão: a música. E foi recompensado por tamanha ousadia. Rapidamente começou a fazer sucesso na Rua 13 de maio, no Bixiga, ganhando a alcunha de ‘Rei da 13’.
Nascido como Romário Silva Ramos, em homenagem ao atacante Romário, craque da Copa de 1994, o cantor resolveu adaptar seu nome de batismo para o apelido Rom. O Santana veio em homenagem a Léo Santana, seu grande ídolo, e ícone do pagode baiano.
Já a alcunha de Felino surgiu em função do signo. Como nasceu regido pelo Sol de Leão, Rom resolveu brincar com essa história e passou a se denominar assim. A brincadeira ganhou força e passou a designar também os fãs de Rom (“os felinos e as felinas”).
Durante os shows, Rom sempre pede que o público erga as mãos e contraia os dedos, simulando uma garra. O pedido é prontamente atendido, mostrando a sintonia entre artista e público.









































