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Governo Trump anuncia fiscalização no show de Bad Bunny no Super Bowl 2026

Decisão gerou reação de apoiadores do ex-presidente e reacendeu debates sobre imigração e cultura pop nos EUA

Governo Trump anuncia fiscalização no show de Bad Bunny no Super Bowl 2026
Donald Trump e Bady Bunny - Foto: Cheney Orr, Reuters / NTB - Instagram

O Super Bowl de 2026 promete aquecer não apenas os estádios, mas também a política americana. O governo Trump anunciou que agentes de imigração estarão presentes durante a apresentação de Bad Bunny no intervalo do maior evento da NFL, segundo Corey Lewandowski, assessor do Departamento de Segurança Interna, em entrevista ao podcast The Benny Johnson Show.

Lewandowski classificou a escolha do cantor porto-riquenho como “vergonhosa” e afirmou que ele seria alguém que “parece odiar a América”. O assessor destacou ainda que não haverá espaço seguro para pessoas em situação irregular no país durante o evento, mas não detalhou como será a atuação do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE), afirmando apenas que os agentes “estarão em todos os lugares”.

“Não há lugar onde se possa oferecer abrigo seguro para pessoas que estão ilegalmente no país, nem no Super Bowl, nem em nenhum outro lugar”, disse Lewandowski.

A decisão rapidamente provocou indignação entre apoiadores do ex-presidente Donald Trump. Muitos criticaram a NFL por selecionar um artista que canta majoritariamente em espanhol como atração principal do evento esportivo mais importante dos Estados Unidos.

Entre eles, Sebastian Gorka, outro assessor ligado a Trump, questionou nas redes sociais se a liga de futebol americano estaria ciente das implicações da escolha.

“Será que a NFL é incapaz de perceber o que está acontecendo?”, publicou Sebastian Gorka na rede X após o anúncio.

Apresentações nos EUA

O cantor, vencedor de três Grammys, havia informado anteriormente que evitaria se apresentar nos Estados Unidos em parte de sua turnê mundial por receio de ações de agentes de imigração durante seus shows.

“Havia a possibilidade de o Serviço de Imigração estar do lado de fora dos meus shows. E isso era algo que discutíamos muito e nos preocupava bastante”

Apesar da boa relação com o público norte-americano, o artista destacou que optou por focar em sua terra natal, especialmente com a residência de shows em Porto Rico. Para ele, o arquipélago, embora seja um território incorporado aos EUA, oferece uma experiência diferente, mas acessível.

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Jornalista premiado e especialista em entretenimento, já entrevistou grandes nomes da música, da TV, do teatro e do cinema, como Anitta, Ludmilla, Maria Rita, Roberto Carlos e Taís Araújo. Também cobriu eventos nacionais, como Festival do Rio, Prêmio Grande Otelo e Festival LED, além de internacionais, como BRICS e G20, e conversou com ministros, incluindo a ministra de Estado para Cooperação Internacional dos Emirados Árabes Unidos, sempre trazendo um olhar afiado sobre cultura, política e entretenimento.

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