A jornalista Selma Rita Severo Lins morreu neste sábado (18), aos 73 anos, em São Paulo. Ela estava internada em um hospital na zona sul da capital paulista, onde tratava complicações decorrentes de um câncer diagnosticado há mais de duas décadas.
A informação foi confirmada pela Grupo Globo, emissora onde Selma construiu grande parte de sua carreira. Sua trajetória na televisão começou nos anos 1980, passando também por veículos como o SBT e a Record TV, antes de retornar à Globo no início dos anos 2000.
Na emissora, Selma atuou como coordenadora de edição do Jornal Nacional em São Paulo. Entre suas funções, estavam a organização das reportagens e a supervisão do processo de edição das notícias. Ela se afastou do trabalho em 2021 para se dedicar ao tratamento de saúde.
Selma deixa o marido e um filho.
A morte da jornalista gerou comoção entre colegas e profissionais da imprensa. O apresentador William Bonner relembrou a longa convivência com Selma: “Foi minha primeira chefe quando cheguei à Globo, em 1986. Por 40 anos, mantivemos uma amizade franca e carinhosa. Hoje, ela descansa após uma longa batalha contra a doença. Pessoas leais como Selma fazem toda a diferença em uma carreira.”
Outros jornalistas também prestaram homenagens nas redes sociais. Anne Lottermann destacou a acolhida que recebeu ao chegar a São Paulo, enquanto Phelipe Siani e Natália Ariede ressaltaram os ensinamentos e o legado profissional deixado por Selma.
Com uma carreira marcada pela dedicação ao jornalismo e pela formação de novos profissionais, Selma Rita Severo Lins é lembrada como uma referência nos bastidores da televisão brasileira.










































