Ex-ator e Guilherme de Pádua, condenado pelo assassinato brutal da também atriz Daniella Perez, foi às redes sociais desabafar sobre o documentário da HBO Max que retrata o caso que chocou o país.
No Instagram, ele disse que a série “Pacto Brutal” trouxe do passado a culpa que ele diz sentir pela morte da sua ex-colega de profissão e disse que se pudesse, mudaria o passado.
Veja também
- Zé Felipe posta foto só de cueca e detalhe chama a atenção; amplie
- Web especula término de Virginia e Vini Jr. após ‘pistas’ nas redes sociais
- Bianca Biancardi anuncia gravidez; Neymar reage
- Entenda o motivo do atraso do show de Shakira em Copacabana
- Matheus, dupla com Kauan, anuncia fim do casamento
- Esposa de Faustão emociona ao falar sobre saúde do apresentador em homenagem
“Eu procurei nesses 10 ou 15 anos relembrar o mínimo possível dessa situação toda. Imagina você ficar sempre relembrando alguma coisa do seu passado da qual você se envergonha, da qual faz você ter uma série de pensamentos ruins, remorso, culpa. Isso não é um bom exercício, né?”, conta Guilherme, por meio dos stories no Instagram.
Ele segue, relatando sobre o que sentiu ao assistir o documentário da HBO. “Eu tava relutante, porque é muito ruim você se ver numa situação em que você é o algoz, em que você é o criminoso, em que você é a pior pessoa do mundo. Enfim, não vou me fazer de vítima, mas óbvio que não é nada agradável”, enfatizou.
“Não sei também se é produtivo ficar sempre nessa catarse, nessa lembrança, nesse remoer de coisas ruins. Não sei, talvez seja até produtivo psicologicamente falando, mas que dói, dói. Nada comparado àquilo que eu vi na série, né? A dor de tantas pessoas, a dor da família… É terrível. Se eu pudesse voltar ao passado… Qualquer um, não sou só eu. Você deve ter alguma coisa que se você pudesse voltar ao passado, faria diferente”, continua o ex-ator.
Ele também defendeu seu direito de seguir sua vida após o cumprimento da pena. “Agora, com a série, sabe-se que lá o que vem pra frente aí pra mim. E eu precisei assistir para ver de que forma vai ser aceso, vai ser estimulado ódio, revolta… Existem até leis pra proteger o indivíduo, o egresso que cumpriu sua pena. Existem leis para protegê-lo de perseguição, mas eu não tenho conseguido isso e agora muito menos”, desabafou.
















































