Boris Johnson apresentou nesta quinta (7) sua renúncia, mas continuará como premiê até que um novo nome seja escolhido. Em junho, Johnson enfrentou uma moção de desconfiança em que quase metade dos parlamentares de seu partido votaram contra ele, após fotos mostrarem o primeiro-ministro britânico em festas durante o confinamento pela pandemia.
Nos últimos dias, um dos membros do governo foi acusado de condutas sexuais inapropriadas. Embora não esteja envolvido nas denúncias, Johnson passou a ser questionado pela transparência e por seu julgamento sobre as alegações.
Em discurso de renúncia, Johnson disse que tentou convencer seu partido de que mudar a liderança era um erro, mas admitiu que ‘ninguém é indispensável’
“Sei que algumas pessoas vão ficar aliviadas, e outras vão ficar desapontadas. Mas vou apoiar meu sucessor de todas as formas”, disse. Uma pesquisa do YouGov descobriu que 69% dos britânicos achavam que Johnson deveria deixar o cargo de primeiro-ministro.








































