Mila Seidl, de 41 anos, usou as redes sociais nesta sexta-feira (11) para esclarecer que não pretende ocupar o lugar do marido, o piloto e criador de conteúdo Lito Sousa, de 59 anos, no canal de aviação criado por ele. A empresária passou a participar da produção de vídeos sobre o tema depois que Lito foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma condição cerebral rara, grave e sem cura.
A nova fase do canal também trouxe uma dúvida para Mila: continuar ou não usando o famoso bordão “tudo bem”, marca registrada de Lito. Segundo ela, a preocupação era que a expressão pudesse ser interpretada como uma tentativa de imitá-lo ou de transmitir a ideia de que a situação do marido estaria normal.
“Eu comecei o vídeo e terminei sem saber se eu faria o ‘tudo bem’, porque o Lito é insubstituível. Não existe nenhuma tentativa de imitar ele”, explicou.
Mila contou que chegou a se questionar se repetir o bordão seria uma forma de homenagem ou se poderia parecer uma apropriação de algo que pertence à identidade do marido.
Fãs incentivaram a continuidade do bordão
A empresária afirmou que se sentiu mais segura depois de receber mensagens de apoio dos seguidores. De acordo com ela, muitos fãs defenderam que o “tudo bem” continuasse presente nos vídeos, por representar a energia e o legado construído por Lito no canal.
“Seja quem for, ele ou outra pessoa, o ‘tudo bem’ precisa continuar, cada um do seu jeito. Todo mundo consegue imaginar a voz dele na cabeça falando ‘tudo bem’. Isso que importa”, disse.
Para Mila, a expressão deixou de ser apenas uma frase e passou a simbolizar a conexão do público com o trabalho do piloto.
Vídeo relembra trajetória de Mila na aviação
No vídeo publicado no YouTube, Mila compartilhou parte de sua trajetória no setor da aviação. Ela contou que perdeu o medo de voar com a ajuda de Lito e, posteriormente, se tornou uma empresária do segmento.
Logo no início da gravação, ela voltou a falar sobre a insegurança em relação ao bordão e reforçou que a intenção não é substituir o marido.
“Não sei se vou conseguir fazer o ‘tudo bem’, sendo sincera com vocês. Se eu fizesse o ‘tudo bem’, poderia soar que está tudo bem e não está tudo bem. Ao mesmo tempo, não quero imitar o Lito, porque o jeito dele é o jeito dele de fazer. Ele é insubstituível”, afirmou.










































