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Luli lança “Game Over” em feat com Gabrá

Luli
Foto: Divulgação

“É muito mais do que um single”. A frase refere-se a “Game Over”, nova música de trabalho de Luli. E a frase de abertura deste texto não é apenas para surtir efeito ou impressionar, mas o “muito mais” é para valer. Dúvida? Pois acompanhe tudo o que um single pop de 3 minutos pode carregar.

“Game Over” é a segunda canção de trabalho de Luli, desde que participou do programa The Voice, teve aprovação dos quatro jurados – Iza, Michel Teló, Carlinhos Brown e Lulu Santos -, e até virou protagonista no anúncio da temporada na TV.

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O single, lançado há quatro meses, trazia um R&B misturado com trap e embalado em pop delicioso, chamado “Dormir Bem (Pouco)”. Além disso, apresentava Luli conforme boa parte do público esperava, uma menina talentosa que desabrochava à frente dos fãs.

Neste “Game Over”, a compositora e cantora de 24 anos lida com maestria com sua sensualidade natural. E também com o pop puro, que sua voz parece ter nascido para entoar. Quando falamos de pop interpretado por artista brasileiro, a ligação imediata é com alta dose de funk, principalmente. Só que o que Luli conduz no lançamento é o pop que verte para os Estados Unidos, conforme as divas do gênero ensinaram e ensinam há décadas.

Há forte influência de anos 1990, mas um acento contemporâneo. Até mesmo pelo lado lírico, que pisa firme no empoderamento feminino. Daí que vem a sensualidade já comentada e daí que vêm as referências a um certo passado próximo (os tais anos 90) e a viagem no tempo musical para a sonoridade atual, claramente afeita a charts da Billboard.

Luli divide a composição com o também produtor Pe Lu. E divide os vocais com o trapper carioca Gabrá. “Game Over” nasceu, aliás, com brecha planejada para encaixe de rimas de rap. No processo, o feat. se mostrou perfeito com Gabrá. “Ficou um contraste bem legal, em relação às vozes e às ideias do som. A música veio com uma pegada bem pop que eu me amarro em fazer e o clipe ficou lindão”, diz o trapper. Ele igualmente faz um contraponto no clipe, que tem argumento da artista.

A versão visual da música traz um cenário que alterna entre o futurismo e as referências ao passado. Nessas, Gabrá se vê cercado por aparelhos vintage e um ar de quem está mandando mal no jogo da sedução. O tal “game over”. Enquanto Luli dança a coreografia azeitada de Juliana Lozano.

São tantos elementos a embalar e preencher o pacote que, no caso, o melhor a fazer é desatar o laço, escutar a música e assistir ao clipe. Está vendo por que a frase de abertura não era uma jogada de efeito para atrair seu interesse?

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