Os bastidores da luxuosa mansão de nove quartos e 16 banheiros em Montecito, na Califórnia, parecem estar longe da tranquilidade real. Segundo revelações exclusivas do portal Radar Online, o Príncipe Harry e Meghan Markle enfrentam uma grave crise financeira. Para manter o estilo de vida de alto padrão, a Duquesa de Sussex estaria “passando a sacolinha” e buscando apoio financeiro em seu círculo de amigos bilionários.
Embora o casal ainda retenha o status de multimilionários, fontes próximas afirmam que o fluxo de caixa secou após o fim de contratos de exclusividade com gigantes do streaming.

O custo milionário da vida na Califórnia
Manter a estrutura atual dos Sussex exige cifras astronômicas que os investimentos atuais não estariam cobrindo. De acordo com os informantes, o casal precisa de, no mínimo, US$ 6 milhões anuais (cerca de R$ 33 milhões) apenas para pagar as contas básicas e não ficar no prejuízo.
Os principais ralos de dinheiro do casal incluem:
- Segurança privada: Estimada em US$ 3 milhões por ano.
- Hipoteca e juros: Pagamentos fixos da propriedade de 7,4 acres, comprada em 2020 por US$ 14,65 milhões.
- Estilo de vida: Gastos elevados com viagens, assessoria de imprensa e manutenção de imagem pública.
Meghan assume as rédeas como a “ganha-pão” da casa
Com a escassez de novas receitas, a pressão caiu inteiramente sobre Meghan Markle. Enquanto o contrato de US$ 20 milhões com o Spotify foi cancelado abruptamente e o acordo com a Netflix sofreu rebaixamento de valores, a duquesa tem focado todas as suas energias no empreendedorismo.
A principal aposta é a sua marca de estilo de vida, As Ever, além de aportes financeiros em marcas de bem-estar fundadas por mulheres (Clevr Blends, Highbrow Hippie, entre outras). Para alavancar os negócios, Meghan tem estreitado laços com mulheres do topo da pirâmide financeira, como Lauren Sánchez (noiva de Jeff Bezos) e a empresária Jamie Kern Lima.
Críticos apontam que essa aproximação estratégica com círculos de investidores bilionários serve, na verdade, como um “balão de oxigênio” para sustentar o padrão de vida do casal.
O declínio dos cachês do Príncipe Harry
Se no passado o Príncipe Harry garantia aportes robustos — como o adiantamento de US$ 27 milhões por sua autobiografia O Que Sobra (2023) —, o cenário atual é incerto.
A receita do duque sofreu fortes abalos recentes:
- Queda drástica em palestras: O cachê cobrado por Harry para eventos despencou de US$ 1 milhão para meros US$ 50 mil por apresentação, segundo o Plus NewsNation.
- Foco filantrópico: O príncipe prefere se dedicar a causas como o Invictus Games, que não geram retorno financeiro para suas contas pessoais.
- Reserva intocável: Harry mantém o desejo de não usar a herança deixada pela Princesa Diana e pela Rainha Mãe para cobrir gastos cotidianos em Hollywood.
“Harry admira a ética de trabalho de Meghan, mas ver a esposa correndo atrás de dinheiro dessa forma o deixa desconfortável. Ele tem se incomodado com a natureza materialista de Hollywood”, revelou a fonte.
Retorno à TV e o fantasma do divórcio
Para tentar estancar a crise, Meghan ensaia um retorno à indústria do entretenimento. A duquesa gravou recentemente uma participação na comédia romântica Close Personal Friends e no MasterChef Austrália, além de buscar ativamente novos papéis como atriz — um movimento que desagrada profundamente a Família Real britânica.
Essa exposição comercial agressiva ocorre em um momento delicado, quando Harry tenta uma reaproximação com o Rei Charles III devido à proximidade dos Invictus Games 2027 na Inglaterra. A monarquia suspeita que os Sussex continuam usando os títulos reais como moeda de troca para fechar negócios privados.
Apesar da forte tensão conjugal gerada pelo dinheiro, especialistas e fontes garantem que uma separação está fora de cogitação por motivos puramente econômicos.
“Harry e Meghan valem muito mais juntos do que separados. Um divórcio seria a decisão mais cara que poderiam tomar e exporia a realidade financeira que tentam esconder”, conclui o informante.










































