A britânica Sam Felstead deve agradecer ao seu gato de estimação, Billy, por ainda estar viva. Acontece que ela passou mal enquanto dormia e o animal “sentiu” que ela estava com algum problema. A “mãe” do pet diz que acordou com o gatinho pulando sobre ela e miando, como se estivesse pedindo socorro.
Sam contou que por pouco não perdeu a vida. Ela foi socorrida pela mãe e lembra que estava com o lado direito do corpo todo sem movimento quando chegou ao hospital. “Os médicos disseram que foi importante ter chegado no hospital logo”, disse a britânica, que mora em Nottinghamshire, na região central da Inglaterra.
E o gatinho não é do tipo que fica adulando a dona: “Ele [Billy] normalmente não se senta comigo, mas ele sabia que algo estava errado porque não me deixava em paz. Acho que ele salvou minha vida, assim como todo mundo ao meu redor”, afirmou.
“Ele foi muito esperto, Deus o abençoe. Ele queria ficar ao meu lado o tempo todo. Normalmente ele fica sentado ao lado da minha mãe o tempo todo, ele não está interessado em mim. Ele ama minha mãe e dá muito amor a ela”, finalizou.

Ele sentiu
A especialista em comportamento felino, Lucy Hoile, diz que o animal pode ter reagido às mudanças no comportamento, ou na fisiologia da tutora e entrou em estado de alerta. “Pode ser que o fato de ele pular em cima dela e miar seja um sinal de sua ansiedade”, disse ela.
Linda Ryan, que também é especialista em comportamento clínico animal certificada para gatos, disse que Sam poderia estar se comportando de uma maneira que fosse interessante ou angustiante para Billy.
“Pode ser que o gato tenha ficado assustado ou angustiado. Os movimentos ou espasmos estavam atraindo sua atenção, porque os gatos são estimulados pelo movimento”, disse ela.
“É provável que isso tenha a ver com a mudança de comportamento, eu imagino. Os gatos não têm os mesmos comportamentos sociais que as espécies sociais, como cães, cavalos ou coelhos, pois são mais solitários por natureza.”
“Embora seja fácil acreditar que este foi um ato de altruísmo, correlação não necessariamente implica causa, portanto, é improvável que ele estivesse salvando deliberadamente a vida da dona.”








































