O príncipe George, de 13 anos, começou uma nova etapa de sua vida escolar e terá que se adaptar a algumas regras do Eton College, um dos internatos mais tradicionais do Reino Unido. Entre as normas da instituição está a proibição do uso de smartphones por alunos do primeiro ano. Segundo a revista People, os estudantes só podem utilizar celulares básicos, que permitem fazer ligações e enviar mensagens de texto.
A medida tem como objetivo limitar o acesso à internet durante a rotina escolar, sem impedir que os alunos mantenham contato com suas famílias. No caso de George, o aparelho será utilizado para conversar com os pais, o príncipe William e Kate Middleton, enquanto estiver no internato.
A restrição, no entanto, não deve representar uma grande mudança para o jovem príncipe. Até recentemente, George não tinha celular próprio. Ele ganhou seu primeiro aparelho em agosto, pouco antes de começar os estudos no Eton College. O presente escolhido pelos pais foi justamente um modelo simples, conhecido popularmente como “tijolão”, sem acesso à internet.

William já havia demonstrado preocupação com a exposição dos filhos aos conteúdos disponíveis no ambiente digital. Ao comentar a decisão de presentear George com um celular básico, o príncipe de Gales defendeu a importância de estabelecer limites para o uso da tecnologia na infância.
“Acho que as crianças podem acessar muita coisa desnecessária na internet. Ter um celular apenas para chamadas e mensagens de texto, um modelo antigo, parece uma boa ideia”, declarou William.
A mesma preocupação se estende aos irmãos mais novos de George. A princesa Charlotte, de 11 anos, e o príncipe Louis, de 8, ainda não possuem celulares e, segundo as informações divulgadas, não devem ganhar aparelhos tão cedo.
Príncipe George segue os passos do pai em Eton
George iniciou os estudos no Eton College em 8 de setembro, acompanhado dos pais. Antes disso, frequentava a Lambrook School, onde estudava ao lado de Charlotte e Louis. A mudança marca uma nova fase na vida do jovem, que agora passa a frequentar um internato.
A escolha da instituição também tem um significado especial para a família real britânica. William ingressou no Eton College em 1995, quando tinha a mesma idade do filho. Agora, George segue os passos do pai ao estudar em uma das escolas mais prestigiadas do país.
Segundo a historiadora especializada em realeza Amanda Foreman, a decisão de William e Kate reflete a confiança do casal em uma instituição que já faz parte da história da família.
“Eles até queriam algo novo, mas esta é uma escolha de confiança, já consagrada. Eles não precisam reinventar nenhum protocolo”, explicou.
Fundado em 1440, o Eton College é conhecido por sua tradição e por ter formado diversas personalidades importantes do Reino Unido. A instituição também fica próxima à residência da família real em Windsor, permitindo que George permaneça relativamente perto dos pais e dos irmãos durante essa nova etapa de sua formação.









































