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Entrevista: Com trabalhos ao lado de Shakira e will.i.am, Emy Perez fala sobre estreia em carreira solo

Emy Perez
Divulgação

Com muita originalidade e força de vontade, Emy Perez vem conquistando vários plays nas plataformas digitais e promete muita música ainda esse ano. Versatilidade é uma das palavras que definem a artista. Ela é mestre em misturar gêneros musicais, bem como compor letras em inglês e espanhol. 

Conversamos com Emy sobre seu passado, presente e futuro na música. O resultado você confere abaixo.

Oi, Emy! Parabéns pelo sucesso de sua nova track! Temos visto “Zoom Zoom” em diversos vídeos no TikTok. Você pensa em criar uma coreografia, já que a faixa está viralizando?

Eu tenho pensado nisso com certeza! Acho que deveríamos estar fazendo um concurso! Se qualquer um dos leitores participar dessa jornada, peço que me mostre e me marque usando a canção no Tiktok e eu colocarei meu dinheiro onde minha boca está! 

No seu processo de criação, costuma primeiro compor a letra ou escolher o gênero?

Eu vibro até encontrar algo que amo, a letra geralmente está escondida na emoção por trás dos meus eternos free-styles e o gênero pode ser o que a canção precisar. O núcleo é o que importa!

Emy Perez
Divulgação

Você consegue transitar super bem entre os gêneros musicais… encara essa versatilidade como seu ponto forte e diferencial no mercado?

Eu sou uma alma criativa com anos de experiência. Não sei se é uma força ou fraqueza, mas nunca é entediante!

Não podemos deixar de citar o sucesso de “Me Gusta” no Brasil, sua colaboração com KVSH, Flakkë e Beowülf. Qual sua reação ao saber que a track estava bombando nas festas por aqui?

OMG, eu adorei ouvir as histórias dos meninos! Beowülf é um bom amigo e temos colaborado muito ao longo dos anos em “Plomo”, “Gypsy” e “Me Gusta” com KVSH e Fläkke. Ele costumava me informar sobre tudo e eu estava realmente ansiosa para ir ao Brasil para me apresentar ao vivo, mas a Covid-19 apareceu. Continuo rezando por tempos melhores para que eu possa visitá-los e cantá-la no palco!

Aliás, você já teve a oportunidade de se apresentar no Brasil?

Ainda não! Eu adoraria! Talvez depois desta entrevista algum festival ou show maluco me convide para ir por aí!

Falando no mundo, agora, você já fez show com Shakira e Eros Ramazzotti. Como foi essa experiência?

Eu era uma criança, então abri para ambos em locais completamente diferentes, um na Venezuela e o outro nos Estados Unidos. O que mais me lembro foi a incrível energia de milhares de fãs na plateia, eles me envolveram e me receberam de braços abertos. Me senti tão honrada de fazer parte do show deles. Mal posso esperar para fazer isso novamente!

Quando começou sua paixão pela música, lá aos sete anos, qual era seu maior sonho? Fazendo uma relação do passado com o presente, como enxerga sua trajetória na música?

Quando comecei, aos sete anos, tudo o que eu queria era cantar e fugir. Venho de origem humilde e embora às vezes fosse difícil, eu era abençoada com a capacidade de viajar no tempo através da música. Eu ainda o faço. Fui abençoada com este demônio criativo que quer tudo isso, me consome inteira e não conhece limites. Odeio me gabar, mas a música tem sido tudo porque sempre significou liberdade, e para poder me expressar com o que mais gosto de fazer, é só uau… 

E sobre o futuro? Quais os próximos lançamentos?

O futuro parece muito brilhante de onde eu estou. Eu amo quem sou e a música que estou criando hoje é a melhor que já escrevi! Eu digo: prepare-se, aqui vou eu! Depois de “Zoom Zoom” vem “MARIA”, minha evolução Super Saiyan (risos). E eu não quero criar muito hype, mas ela tem a capacidade de mudar a cena latina se eu conseguir o apoio de que preciso. É por isso que estou tão feliz em falar com vocês! Obrigado por me apoiarem. 

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