Virginia Fonseca, de 27 anos, afirmou que não considera a própria intimidade um tabu. Em entrevista, a influenciadora e empresária defendeu o direito de falar sobre sexualidade sem que isso diminua os outros papéis que exerce na vida, como mãe, empresária e religiosa.
A declaração acontece após Virginia voltar a falar publicamente sobre sua vida íntima. Recentemente, ela viralizou nas redes sociais ao comentar que teria “apimentado” a relação com Vinicius Júnior, de 26 anos, utilizando produtos adultos de sua marca de cosméticos, a WePink.

No passado, a influenciadora também já havia compartilhado detalhes de sua vida a dois com o cantor Zé Felipe, com quem foi casada.
Virginia diz que mulher deve ser dona das próprias vontades
Durante a entrevista, Virginia afirmou que aprendeu desde cedo a lidar com a própria sexualidade de maneira natural e sem vergonha.
“Eu não trato da minha sexualidade como um tabu. Aprendi desde muito nova a ser dona das minhas vontades, e isso que a mulher merece ser: dona de suas vontades!”, declarou.
A influenciadora também comentou que muitos dos tabus relacionados à sexualidade feminina são impostos pela sociedade, e não necessariamente fazem parte da forma como as mulheres enxergam a si mesmas.
“Quando você entra em um mercado como esse [de cosméticos], você percebe que muitas vezes o tabu não nasceu dentro da gente [parcela feminina da população]. Foi colocado [pela sociedade]”, afirmou.
Influenciadora defende que mulher não precisa seguir uma única versão
Virginia destacou que falar sobre intimidade não entra em conflito com outras áreas de sua vida. Para ela, uma mulher pode exercer diferentes papéis sem precisar se limitar a uma única imagem.
“Eu sempre me permiti falar sobre o assunto com naturalidade. Entender que ser uma mulher que fala sobre sexualidade não diminui nenhum outro papel que eu tenha. Eu posso ser mãe, empresária, influenciadora, mulher e falar sobre todos esses assuntos. Uma coisa não anula a outra”, disse.
Ao concluir, Virginia reforçou que as mulheres não precisam se encaixar em uma única definição ou comportamento.
“É superválido também entender que a mulher não precisa caber numa única versão dela”, completou.










































