Caio Blat fez revelações pessoais no programa “Surubaum”, de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, desta semana. Durante a entrevista, o ator disse que gosta de receber “fio terra”. O tema da semana no programa, era masculinidade frágil.
Giovanna compartilhou dados de que 40% dos homens com mais de 50 anos, nunca fizeram o exame de próstata por puro preconceito, logo, Caio falou: “é tão gostoso o fio terra, é tão maravilhoso; gente, parem com isso (preconceito), fio terra é maravilhoso”. Enquanto Marcelo Serrado concordava dizendo que adorava, Bruno brincou para que os espectadores também fizessem o experimento. No momento de descontração, Gio fez a pergunta diretamente e todos confirmaram que sim, já tinham passado pela experiência.
Veja mais
- Influenciador Clavicular é hospitalizado após suspeita de overdose durante transmissão ao vivo
- Duda Santos e Tiago Iorc são vistos aos beijos após peça no Rio e levantam rumores de romance
- Vídeo: Simaria reage a críticas sobre aparência e mostra rotina de treinos nas redes sociais
- Atriz revela que está estudando para se tornar “doula da morte”; saiba quem
- Morre Estelinha Bezerra, influenciadora conhecida como “Rainha do Batom”, aos 96 anos
- Erika Januza é internada às pressas após no RJ; saiba o estado de saúde da atriz
Caio estava acompanhado do também ator Marcelo Serrado, e os dois falaram sobre diversos assuntos relacionados ao tema do dia: machismo, acolhimento, criação, sexo, virgindade, entre outros. Durante o papo, os dois falaram sobre seus relacionamentos e sobre não reproduzir comportamentos tóxicos de outras gerações.
Serrado chegou a comentar sobre o tamanho do pênis do colega Caio, com quem contracena na nova série da HBO. Em meio às brincadeiras, Caio também falou que olhou para a bunda de Serrado enquanto gravavam e que ele tem “uma bundinha charmosa”.
O quarteto falou sobre a sensibilidade dos artistas, e em como isso gera a falácia de que atores são gays. Caio puxou o papo para o lado mais sério, dizendo que recentemente o país passou por um período sombrio onde as artes foram muito associadas à promiscuidade, que é importante que todos sejam livres para serem o que são e “viverem a sua verdade”.

















































